“Exorto-vos…a andardes de modo digno da vocação com que fostes chamados” (ef. 4,1). É um convite para conhecer a própria identidade e para a consequente coerência com ela.

Para nós chamados a animar, reavivar, reacender, despertar, reunir…

Pallotti tinha a convicção de que a vocação é um dom de Deus, um projeto e uma obra do Espírito Santo, porque esse empenho ia além das suas forças e somente Deus lhe conhecia o caminho; e por esse motivo ele se abandonava às inspirações do Espírito Santo.

São Vicente Pallotti tinha consciência de que a graça realiza tudo, mas tem necessidade do terreno fértil; ela se adapta à condição da pessoa, que pode favorecer ou retardar ou até impedir a ação da graça.

Por esta razão, no seu itinerário de maturação vocacional, ele destaca:
– a sua decisão que desconhece obstáculos

– a consciência sempre maior da sua identidade e da coerência de vida.

– desejo, ou melhor, a ânsia de crescer sempre na santidade e nas obras de apostolado. (Horizontes Palotinos pág 114, 115 – pe. Vittorio Vinci, SAC)
Sim, há uma relação entre o que São Vicente Pallotti escreve sobre vocação e o meu chamado. Pois ao sentir-me chamada por Deus, existe um compromisso em responder para poder colaborar com o crescimento do seu Reino.

O chamado é dom de Deus, e bem como Pallotti vivia no seu cotidiano, ser chamada é estar nas suas mãos e contar com as luzes do Espírito Santo para melhor reavivar e reacender a chama do amor ao serviço dos irmãos.

Assim como Pallotti tinha consciência que a graça de Deus realizava tudo nele, assim também tenho a certeza que a graça de Deus realiza tudo em mim. Espero corresponder com esse chamado, buscando crescer na consciência que nada sou, mas com a sua misericórdia vou respondendo à medida que estou a serviço de seu reino.

Ir.Marinês Pivatto

   

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